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Fomos a um concerto dos Sum 41 (banda de Punk Rock), e com este vídeo podemos comprovar que a música influência os grupos e os grupos a música. Ora vê, e deixa o teu comentário.
Num estudo de estudantes universitários, os participantes ouviam 7 músicas com letras violentas, enquanto um outro grupo ouvia outras 7 músicas sem letras violentas dos mesmos artistas. Mais tarde, quando lhes foi perguntado para classificar palavras como agressivas ou não-agressivas, as pessoas que tinham ouvido músicas com letras violentas associava significados a palavras como "Rock" e "Pau" à violência. A sociedade americana de psicologia também publicou um relatório que prova a ligação entre a violência juvenil e os meios de violência, incluíndo a música.
A Ligação ao Suicídio
O professor James Gundlach encontrou uma elevada taxa de suicídio entre as pessoas que ouvem música Country. No entanto, as notas de Gundlach ligam o suicídio apenas ao género de música Country antiga, que ele acredita ser mais pessimista do que a música Country de agora.
Por outro lado, foi concluído em estudos a estudantes com distúrbios comportamentais e que apreciavam a música Metal, que apesar da taxa de suicídio ligada a ouvintes de Rock e Heavy Metal ser elevada, esta investigação mostra que muitos indivíduos ficavam mais felizes quando ouviam o seu género musical. Outros estudos feitos a adolescentes sem ligações a este género musical determinam que este tipo de música ajudou a tratar depressões em vez de ser o motivo para se ficar deprimido.
Enquanto muitos investigadores ligavam a música heavy metal a depressões ou raiva, estes efeitos não se demonstram nos ouvintes que preferem este género de música. Um estudo com mais de mil estudantes com idades entre os 11 e os 18 anos verifica-se que este género de música é usado para dissipar energia negativa assim como libertar o stress, particularmente entre os estudantes com baixa auto-estima.
A estudos realizados em jovens que viam vídeo clips de música Rap que são violentos tendiam a aceitar melhor actos de violência particularmente contra mulheres, estando o vídeo associado ou não a violência, os jovens começavam a expressar-se com atitudes mais materialistas favorecendo a aquisição de bens pelo crime e achavam negativo o sucesso na vida através dos estudos.
Um outro estudo feito em raparigas, diz que após verem vídeos de mulheres em papéis submissos, se tornavam mais violentas contra outras mulheres em situações de encontros amorosos.
No entanto, o aumento da aceitação ao crime e violência aparenta estar ligado aos vídeos com violência e sexismo, não tanto à música propriamente dita.
Estudos universitários mostram que as pessoas apreciadoras de música techno perdem tempo de reacção após ouvirem este tipo de música durante grandes períodos de tempo. Este estudo foi feito em pessoas que ficaram a ouvir música durante 30min, acontecia que as pessoas 45s após pararem a música diminuíam o seu tempo de reacção visual (capacidade de reagir após ver algo), no entanto não se verificava enquanto as pessoas estavam a ouvir música. Este facto deve-se à complexidade das melodias das músicas.
Estudos da Associação de Ciência Psicologica, demonstram que as crianças que têm aulas de piano ou de canto têm melhores notas em testes, foi ainda verificado em grupos em que rapazes com idades entre os 6-15 anos têm uma maior capacidade de memória verbal que crianças sem treino em música.
Foram feitos estudos em ouvintes de heavy metal, verificando-se que estes têm níveis mais elevados de QI que o comum, obtendo em particular melhores resultados em perguntas abstractas. No entanto, os apreciadores de Rock e Metal não têm novas elevadas em testes, devendo-se não ao tipo de música que ouvem mas ao tipo de personalidade mais depressiva, tendo também elevados níveis de stress.